domingo, 24 de outubro de 2010

Pensamentos do dia

Sinceridade consigo mesmo
É difícil admitir um erro à qualquer pessoa, mais ainda e até natural é acusarmos a nós mesmos; É um sinal de maturidade perceber a razão de nossa frustração, notar a real falha de nossos planos. Olhar para trás  com certo orgulho e alívio, das dificuldades superadas, sem que isso impeça nossa gana pelo que o futuro nos reserva. Serão outros desafios, talvez maiores, mas amenizados pela experiência adquirida com os já vividos. Um medo que congela nossas ações, encontra nas boas relações a confiança de que há alguém ao nosso lado, prestes a abrir nossos olhos para ver nossa própria força interior. Quem pode esperar determinação de si mesmo, se não sabe qual a medida a ser tomada: um orgulho ferido, ou egoísta incapaz de perdoar; o bom senso há de prevalecer nas relações humanas, diz o clichê: perdoar é para os fortes. Determinar um princípio, uma filosofia de vida, algo que forme a essência de nossa personalidade, não quer dizer uma rígida e imutável lista de 'verdades fundamentais': ignora a vida, a maior da verdades, quem deixa de aprender com ela e não tem como caminho a busca do conhecimento, da auto-reflexão, da existência da dúvida sobre si mesmo e mais ainda das verdades estabelecidas.
Porque será que a verdade dói, entristece a alma, a parte bruta, talvez sem encanto. Considero verdade algo irreversível como o passado. Um segundo desperdiçado, abandonado no meio do caminho, vazio, sem cor, mas que faria toda a diferença agora. Um "se eu", perigoso demais, a dúvida mais hipotética e utópica, sem base na razão lógica. Um estado de auto-flagelação pela escolha da acomodação em vez da atitude: um meio arriscado mas necessário,com certeza mais construtivo e instrutivo que o primeiro que além disso, descapacita, tende ao pessimismo, a falsa limitação de nós mesmos.

domingo, 17 de outubro de 2010

TESTE VOCACIONAL

Fiz um teste vocacional, que foi considerado o melhor já feito. O resultado foi este: Possibilidades maiores para professor primário, humorista, diretor de fotografia, relações públicas, orientador educacional, responsável por exportações, curador de museu e ombudsman(espécie de pessoa que escuta as reclamações e sugestões dos clientes, entendi isso mais ou menos). Mas no geral, apareciam várias profissões com características parciais que escolhi. Faltaram até as mais comuns e procuradas como jornalismo, engenharia, administração, então não pus muita fé neste teste. No vestiba optei pela engenharia de produção, meio que sem sabe direito o que era. Pesquisei e gostei porque engloba várias matérias como administração, gestão, contabilidade e é um curso que se aplica a várias profissões e permite uma especialização posterior se assim decedir. Deixo o link para quem quizer dar uma olhadinha;
http://www.carlosmartins.com.br/_vocac/vocacional.htm

Sou de esquerda!

Me chamaram de esquerda há pouco tempo, de brincadeira, mas fiquei pensando seriamente no que seria essa classe de esquerda no Brasil de hoje. Diante dos resultados eleitorais podemos fazer um parâmetro da maturação política do eleitor. Foram 20 milhões de votos para a Marina Silva, um salto imprecionante das últimas pesquisas pra cá. Votei nela, antes de concretizar meu voto estava completamente perdido, então só acabei por me decidir ao assistir ao debate eleitoral da globo. Era como eu esperava: ela deu um 'banho' nos adversários em termos de retórica, sabia bem o que dizer, ao contrário do rabo meio preso da Dilma, pobre Dilma_um tanto perdida por sua falta de experiância em debates, ela é uma ótima gestora, mas na parte 'apresentativa', fica devendo em dons carismáticos e chamativos como os de Lula_, voltando para Marina, ela desenvolve bem o seu papel de separador das águas, cria uma nova força polarizadora na política, conseguiu atrair grande parte dos votos que seriam provavelmente de Dilma, dando chance a Serra no  segundo turno. Gostei do comentário do jornalista Alexandre Gracia de que as pessoas que votaram Marina tem cabeça própria, não vão de atrás de seu candidato; Que não adianta os outros candidatos buscarem apoio de Marina, as pessoas sabem se direcionar.
Agora que não há outro caminho alternativo resta analizar os candidatos 'em amostra', que fazem sua propaganda, talvez enganosa, e com certeza ofensiva de ambos os lados. Não gosto do discurso tucano, parece muito sintético, atrasado, assim como quer manter a imagem de que seguirá dando dinheiro assistencial e até aumentar essas bolsas, onerando muito muito mais os cofres públicos. Em compensação aceito bem a parte da ficha limpa; se ele explora essa área quer dizer que tem. Sua carreira também não deixa a desejar. Questoes como educação superior e saúde parecem ser seu forte, mas desconfio nas suas políticas tradicionais, de impostos. E o que dizem do PSDB, que apoia ao que lhe interessa.
Analisando o governo Lula, gosto das transformações sociais, os resultados, programas como o luz para todos e minha casa minha vida, programas universitários, de educação, que ele criou uma universidade na minha região, e apesar do andamento duvidoso espero com esperança as obras do PAC. Os indíces de produção de emprego, aumento de renda, apoio aos pobres, e uma boa projeção internacional economicamente, catapultada pela atuação de sucesso da Petrobrás e mesmo na projeção brassileira de pioneirismo em enrgias limpas. E vendo quem fez esse sistema funcionar, penso na Dilma, mas lembro também a sombra negra de todos os encândalos e figurões de rabo sujo apoiados pelo PT. Uma tal de Berenice... Me desagrada o passado guerrilheiro da 'Vanda', Dilma nesses tempos de ditadura.
Por fim, é uma questão que tendemos a escolher como se diz o 'menos pior' se não votar em branco. Em tempos que Tiriricas, Romários, Danrleis entram no cenário político e velhos conhecidos nossos como Maluf. Alguns pensam: talvez Tiririca faça alguma coisa, é um palhaço no meio de tantos. Ma o que poucos sabem é que existe um mecanismo partidário que colocou vários petistas por causa do bom contingente de votação para ele: cerca de 900 mil votos. Assim como deputadas como Luciana Genro que obteve significativa votação, não foi eleita pela baixa atuação de seu partido no cenário geral e porque é filha de governador eleito, o que não é aceito constitucionalmente. Considerada a melhor deputada por um grupo de jornalistas, pela  sua atuação contra o aumento salarial dos deputados. Apesar de tudo isso, ainda acredito na política. Vou votar em Dilma por questões pragmpaticas por ser o governador eleito do PT e por dar uma fé que nos programas como PAC e nas universidades e programas educacacionais criados no governo passado.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dia das crianças

1) Lembro dessa data: esperava os presentes que não fossem roupa, como deseja a maioria das crianças, e sim um atraente brinquedo, aquele que faz brilhar os olhos infantis, os das propagandas do Max Still, da Hot Whelles... Meu preferido sonho de consumo infantil era um carrinho com controle remoto ou um desacreditado video-game, aceditava ser algo mais à altura do Natal.
Felizmente, ganhava vários presentes, minha família tem o costume de presentear todas as crianças da família, as mães semprem dizem: - agredece pra tia, mesmo com aquela cara feia de desilução com o presente; Tinham roupas que sempre me eram dadas e não gostava: nunca gostei de regata, eu era muito magro(um pouco mais que hoje), achava ridículo usar aquilo. Pior é se vinha combinando com as sandálias que a outra tia deu, aquelas tipo seninha. Consolava, quando vinha com um brinquedinho, o óculos do  seninha de brinde.

2)  Falando em criança, quem não lembra das principais brincadeiras infantis: -pega-pega, pique-esconde agente passa, eu lembro que entre os guris de 5 anos se adorava brincar de power ranger, uma febre. Esse tempo de infância, me lembro dos melhores desenhos: Tandercats, Dragon Ball Z, dentre outros, desenhos que passam em reprises, e continuam fazendo sucesso, na época ainda se exibia Caverna do Dragão, Corrida Maluca, Garfield, A Pantera Cor de Rosa e seriados como Família Dinossauro, e Chaves, criados nas décadas de 70 a 90. Um grande sucesso dos anos 80, senão me engano: Os Muppets, adorava o filme que eles fizeram, os personagens uns bonecos, pareciam uma mistura com os esquisitos extraterrestres de Star Wars. Sou fã desses seriados e desenhos, não dá para comparar os atuais com esses: Desenhos como Avatar, outros inspirados em bandas juvenis, sem falar nas porcarias da Poly Poquet, Barbies, acho que nem as pobres guriezinhas aguentam a tal ponto.

 3)A origem da data: O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos. Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

O parágrafo 3 extraído do site: http://www.portaldafamilia.org.br/datas/criancas/origemdcriancas.shtml

domingo, 10 de outubro de 2010

Cápsula do tempo

Se eu fosse colocar meus objetos numa cápsula do tempo, colocaria coisas banais que me lembrassem muitas coisas, ou representassem uma etapa da minha vida: O primeiro carrinho, talvez com uns 2 anos(queria colocar, mas não axei, uma 'laranja de pelúcia' que ganhei quando nasci) Um item de coleção, aquelas famosas promoções da Coca Cola, ou do Chitos, para colecionar brinquedos, tazos, ... Um óculos, pois acho que é o objeto de maior marca da minha vida, um itém que fazia parte da minha infãncia principalmente, marcava minhas feições,para os outros,como um menino por vezes tímido, aparentando ser muito estudioso. Uma gravata, talvez representando a minha entrada na adolescência, numa nova forma de sentir-se integrado na sociedade, um abandono da infância, assumindo algumas responsabilidades, 'importantes para mim'. Um simples cordão colorido de tênis. Um disco que mudou meu gosto pela música, acompanhou o amadurecimento de novas convicções e o surgimento de novas dúvidas. Um 'colar havaiano' representando uma fase de festa, amigos, curtição, alegria. E claro, mtasfotos de família, de amigos, do colégio. Mas deixando aberto a novas experiências e momentos que serão inesquecíveis como os que já tive até agora.

Imagine...

Ontem, John Lenon completaria 70 anos se não fosse assassinado naquele dia que chocou o mundo. Foi o fundador dos Beatles, junto com Paul Macartney. Um grupo que causou furor no mundo todo, com canções célebres como Hey Jude, Imagine, Iesterday, Help, All you need is love, dentre várias outros sucessos. Marcando a história do rock.No entanto, o grupo se separou em 1969, devido a constantes brigas após o casamento com sua  nova esposa Yoko. 

Um disco em que mostrava ele e sua esposa nus de frente e de costas na capa e contra-capa, causou polêmica. Pouca, se comparada a declaração que fez em entrevista:  "O Cristianismo vai desaparecer. Vai diminuir e encolher. (...) Nós, Beatles, somos mais populares do que Jesus neste momento. Não sei qual vai desaparecer primeiro - o rock and roll ou o Cristianismo. Cristo não era mau, mas os seus discípulos eram obtusos e vulgares. É a distorção deles, que estraga o Cristianismo para mim.". Essa declaração causou uma repercussão nos EUA em que rádios proibiram sua músicas de serem exibidas e grupos queimaram seus discos em praça pública.

Uma das figuras mais atuantes na música, na busca pela paz. Era um ativista: repudiava a guerra, atacava os governos de Nixon e da Inglaterra pela atuação na guerra do vietnã e outras, era o tempo da Guerra Fria; Aliou-se a partidos de esquerda nos EUA e fez campanhas contra as eleições de Nixon, provocando a ameaça constante de deportação a ele e sua esposa, Yoko. O álbum Imagine, contendo a música que virou mundialmente conhecida como o "o hino pela paz", foi o marco de sua vida.

domingo, 3 de outubro de 2010

Divagando sobre princípios equivocados: Igualdade e liberdade de julgo

Uma palavra tão defasada, a ética, ou pelo menos seu significado. Talvez porque venha acompanhada de adjetivos tão subjetivos como honestidade, personalidade, senso crítico, ingenuidade. Esta última por vezes desvalorizada pois pode lembrar fraqueza, infantilidade, falta de experiência... O engraçado é que as pessoas, muitas vezes, as usam adequadas a uma situação oportuna(ou oportunista) delegando seus próprios valores a elas, com julgos próprios(eu mesmo estou fazendo isso, agora). É uma velha máxima aquela que diz: "pimenta nos olhos dos outros é refresco" e também: "esperto é aquele que se faz de bobo". São expressões populares que evidenciam nossa forma de agir e julgar as pessoas. Cabe a nossa 'necessidade' aplicar essas 'verdades', pois fala-se tanto em ética, coerência no que dizemos e o que isso se aplica na 'nossa' realidade. Em verdade, adoramos apontar o dedo, na maioria das vezes em que fazemos o mesmo ou pior. Admite-se também a valorização do esperto, e o desmerecimento do 'ingênuo' ou humilde: aquele que opta por não aderir a vontade da maioria, analisar as duas partes, desconfiar das certezas e verdades apontadas. Assim, se fez nossa cultura preconceituosa e descriminante: não aceitamos pessoas livres e pensamento e crença, que optem por suas escolhas contrárias á maioria. Principalmente há um forte machismo nas ações humanas e socias, admite-se a liberdade amorosa masculina em detrimento da feminina; Espera-se que o homem seja propenso a gostar de futebol, luta, stockcar, e saiba se 'defender' em uma briga. Sempre houve uma tendência ao exibicionismo humano_ a imagem que o dinheiro compra, não importando muito questões de integridade de princípios como o auto-controle e a humildade_; vale quem é popular, faz graça, diverte os outros, engane os outros. Tudo admiti-se até o ponto que o julgo pessoal esquece questoes morais, como falar pelas costas, fofocar a vida alheia. Como avaliar nosso valor, se podemos esquecer nossas opiniões para agradar os outros? Desrespeitamos a integridade de uma pessoa mas exigimos a nossa intacta. Criamos distinções muito bem definidas, na verdade estereotipadas: podemos ganhar um rótulo, assim como distribuimos para os outros.

domingo, 26 de setembro de 2010

Ensino superior e índices estigmatizados

A busca pelo ensino superior é demasiadamente cara e de difícil acesso, no meu caso pela forma como sou classificado nos questionários socioeconômicos para a pré-inscrição: como estudei em escola particular(tenho bolsa) e não me enquadro nas cotas racias, sociais,´tenho que pagar muitas vezes absurdos valores de inscrição: na UFRGS são R$ 100, 00, na UFSM são R$ 75,00, demais concursos e programas como o PEIES, EXPECEX, do oficial escrevente do tribunal de justiça, todos que me inscrevi, são em torno de R$50,00. Somando, ultrapassam R$200,00 que gasto apenas para tentar adentrar em uma dessa instituições de ensino ou emprego público. Por questões burocráticas pago, é como muitos estudantes ricos que estudam em escolas públicas e por isso não pagam taxas, eu um 'não-rico' mas estudante de particular tenho de desembolsar tamanha quantia! Essas provas que medem o conhecimento, e tal, também asseguram vagas pelas cotas, o que considero, uma ofensa a mim e a mesmo a eles, negros, índios, e afins é como que  desmeressesse sua capacidade intelectual, é um equívoco legal, deveria sim privilegiar pessoas menos favorecidas socioeconomicamente, que não dispõem de opções como um curso pré-vestibular_eu faço, não pensam que são formados apenas por pessoas de grande poder aquisitivo_. Peço aos próximos políticos melhores condições de avaliação socioeconômica, meus pais pagam particular, mas a duras penas, pois o ensino público como é sabido tem piorado; faltam professores, segurança, valorização dos docentes, e uma reforma política na disponibilidade e envio dos recursos para o mesmo.

Instituiçoes filantrópicas_As Santa Casas

Redação: O voluntariado
O voluntariado atua na sociedade como uma força autônoma, dependente da solidariedade e disposição de cada pessoa que queira participar em razão de uma causa pró-social.
Essa pessoa que deseja atuar em cooperação, dispõe parte de seu tempo livre em causas beneficentes como a área social, de proteção ao ambiente, dentre outros. As entidades e pessoas unidas por sua causa procuram não só apenas dar assistência imediata, mas também desenvolver um programa que solucione o problema ou crie um estado de auto-suficiência pelos carentes ou carência.
Esta força representa a mobilização de certa parcela da sociedade que não apenas espera a ação dos órgãos públicos. E demonstra que o a sociedade não consiste integralmente de pessoas meramente individualistas e voltadas para suas necessidades.

Uma questão importante é a participação ativa da filantropia na manutenção da maioria dos hospitais brasileiros, pois grande parte deles, as chamadas Santas Casas, são resultado da ação filantrópica, representando em 56% dos municípios os únicos hospitais onde estão localizados. Muito dependentes do SUS, e da solidariedade, acabam encarando graves dívidas, aparelhos e tecnologias sucateadas e leitos portanto lotados. As instituições de ensino da medicina estão ligadas diretamente a eles, mantendo 3000 vagas para residência médica e dezenas de faculdades de enfermagem.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Um dia simbólico

 O orgulho de ostentar a nacionalidade brasileira só aparece no futebol, no carnaval, como se só farra representasse o Brasil. Somos 'exportadores' de gente: temos os melhores jogadores, esportistas, espalhados e vendidos ao mundo por milhões de dólares; Belas mulheres, famosas pelos atributos turbinados, muitas atraídas por redes de prostituição extrangeira camufladas de caça talentos de modelos; Assim como muitos 'gringos' viajam ao Brasil, buscando casas de prostituição de menores, muito comuns em regiões do Nordeste, geralmente de praias.

Por vezes, noticiou-se o interesse de extrangeiros em comprar terras na Amazônia, a maioria ilegalmente, justificando como causa a proteção ambiental. É sabido também, o interesse de outras nações ricas de tornar parte da amazônia área internacional, como é a Antártica, onde realizam-se várias experiências e é dividida entre os mais desenvolvidos. Ou seja, quebraria a soberania nacional, não sei se seria mais eficaz contra nosso abuso demasiado da floresta e recursos hídricos. Mas sabe-se lá quem está envolvido nesses planos e suas intenções, talvez capitalistas.
As carências de 'submundo' ainda são atribuídas ao Brasil: corrupção ativa, desemprego, favelização, tráfico, exploração de pessoas, pobreza(...). Verdade até ao ponto que o preconceito beira. Mascaramos isso tudo com polposas remessas de dinheiro a bancos extrangeiros, ajudas internacionais; Na farra da distribuição do dinheiro público, para exibição de nosso presidente lá fora, gastar-se-ão muito, em pról desta Copa2014 e pouco em questão de necessidades dos contribuintes e desenvolvimento real de nossa soberania econômica e da população; Tudo para ganhar uma caderinha na ONU e nas relações internacionais e atender ao ego futebolístico dos brasileiros.

É esta imagem que queremos criar do Brasil? Enriquecido pela grandeze que é, mas pobre pelas raízes mal-formadas, desigual e ignorante por natureza, não por culpa da população, mas ameaçado sempre pelos descasos de quem tem o poder. Diversidade cultural-étnica, biodiversidade, são sempre mencionadas em nossas honrarias a esta terra tupiniquim. Mas o compromissmo com ela e seus descendentes é pouco vivido, pois o que importa na verdae é sentar em frente a tevê e assistir uma bela pelada de futebol ou da playboy.
Discutir as mancadas políticas, e rir das sátiras críticas já éum começo para um povo que pouco se empenha em ser um cidadão brasileiro, seguir as mais fáceis leis e regras. Que adianta ir assistir os belos desfiles de 7 de setembro se a verdadeira alma patriótica está equivocada!

Polícia para quem precisa! E pra quem quer

É imprecionante como a força da polícia anda desvalorizada. Não é mais tão respeitada como antes; Muitos motoristas veem os policiais como desocupados,  que ao invés de combateram crimes reais, ficam 'atormentando' as pessoas que deixam de seguir leis 'insignificantes' como o uso de cinto-de-segurança, a lei-seca, o uso de capacete, até aquelas infrações graves como desobediência a sinais e placas, arrastões,abusos de velocidade ... Constrasta com isso a corrupção crescente de muitos policiais: invertem os papéis, passam de heróis a meros bandidos, formadores de quadrilha. Com muito sensacionalismo, claro, foi exibido no filme Tropa de Elite, parte dessa realidade, onde grandes autoridades da polícia armavam esquemas desse tipo; Também mostravam o abuso de autoridade, a falta de profissionalismo com que agiam os policiais ao abordar as pessoas suspeitas, ás vezes por mera aparência, preconceito; Atualmente, noticiou-se a atuação de um policial que atirou em uma criança que estava junto a seu pai, porque eles não pararam na blitz em funcionamento. E os julgamentos desses policiais acabam sendo apenas afastamento ou demição, muitas vezes. Casos de propina são bastante comuns, como no caso da morte por atropelamento do filho da atriz Cissa Guimarães no qual, após ocorrido o acidente, os policiais ofereceram encobrir o infrator em troca de poupuda propina,  ao pai do motorista culpado. É conhecida sim, a desvalorização salarial dos mesmos, e de casos de abandono ou negligência dos órgãos públicos na obtenção de recursos a esses profissionais. Assim como, a carência destes em muitas cidades e locais de alta criminalidade. Tudo isso dificulta a disponibilidade de efetivo policial e melhoramento da segurança. Se segurança depende não só de gente capaz de mantê-la, mas também de políticas eficazes como educação e planejamento social, necessita-se também estruturar melhor os mecanismos de formação destes poiciais, como também as carências dos mesmos.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Minha ignorância sobre a realidade(Divagando...) Auto-análise

Vivendo praticamente em um mundinho meu, um desconhecedor da vida e das leis que regem o homem e a natureza. Passando uma vida em ensino particular e ainda por cima religioso, fico só imaginando se me acostumaria a vida num colégio público; Muitas turmas por série, vários colegas a cada ano, acho que isso perde um pouco nossa afinidade com o local, não nos sentimos parte integrante, imagino. Tantas realidades postas a prova de choque, não como no velho Horto, como todos estigmatizam que só estudam a elite, os mauricinhos e patricinhas, como se lá não houvesse filhos de fazendeiros cheios de dinheiro(base de produção do meu município, e de formação de renda da classe mais alta), patricinhas metidas e diferentes egos exaltados. É claro que paradigmas devem ser quebrados, só relato para melhor compreensão dessa análise; Tantas formas de ver o mundo, opiniões contrastantes, situaçoes adversas, que num mesmo lugar não convivem se cuzam simplesmente ao acaso; Talvez seja preconceito meu pensar assim, nessa falta de indivualidade entre aluno e instiutição estatal burocrática, buscando ensinar uma massa e não formar corretamnente um cidadão com valores essenciais como me foi dado. Não pense que vivo montado na grana, filho de um empresário rico e de uma dondoca; Minha mãe é professora e meu pai caixa de banco(bancário), e atualmente pago meia-bolsa.
Voltando ao assunto que fugi: Tenho medo de me deparar rápido demais com realidades que não estou acostumado. Ter que lidar com a violência, o preconceito, ... Nem sei direito como é isso, o verdadeiro preconceito, cruel, apenas o velho bulling: humilhações e perseguições de um grupo de colegas, coisas que para uma criança tímida, como eu na época,  poderiam me causar danos comportamentais e traumas variados; Felizmente por vários motivos saíram da meu rumo e consegui superar isso, e expor aqui, por exemplo; Não tenho vergonha de encarar essa realidade, é uma forma de lidar com isso, fugir da solidão que a impotência traz, magoa e humilha. Mas pensando bem, parece que esse mal de infância me trouxe ensinamentos que me humanizaram, me modelaram sim, mas sei que nunca irei masscrar uma minoria ou uma pessoa pelo simples prazer da dominação. Antes estar do lado certo, perdendo, do que, do lado errado, me sentindo melhor que alguém, ou seguindo a onda da galera pra me sentir incluído.

domingo, 15 de agosto de 2010

O que você quer ser quando crescer?

Pergunta frequente para alguém que está em véspera de formação escolar, como eu. Tanto pelos parentes, professores, e pessoas em geral, quanto por minha própria consciência e ansiedade de escolher um meio de auto-sustentação para quando chegar a hora da independência dos pais. É como dizem: 'o único trabalho de criança é estudar'; Parecia muito inútil, os longos anos de estudo e matérias complexas, que agora mercem atenção pelas provas e concursos vestibulares que se aproximam; Correr atrás dos cadernos e livros, talvez fazer um curso preparatório, buscar muita informação em tudo que envolver as temáticas atuais, e tudo que possa dar uma forcinha. Todo nosso conhecimento escolar e informativo converge para alcançar uma vaga numa unidade de ensino superior,
Quem disse que concorrer a uma vaga de ensino, não é tão difícil quanto a um desejado emprego de possível carreira promissora? Não se escolhe uma boa universidade específica, inscreve-se em todas possíveis, acreditando que alguma trará boa classificação. Claro que há preferências: federal (lê-se gratuita), perto da casa da mãe, ou daquela tia de longe, e principalmente com boas referências de ensino.
Bom, até agora, citei sobre questões óbvias e de primeira impressão. Mas quando nos damos conta de que uma revolução radical de hábitos, responsabilidades, e mudanças em geral vão acontecer no próximo natal, quem sabe, minhocas de preocupação surgem na cabeça: primeiro se passar, se não for em pública, como bancar os custos? E naquele lugar dos sonhos, morar com quem, quem vai fazer o trabalho de casa? Respostas possíveis: um trabalho de estagiário, talvez na própria faculdade, ou pequenos bicos que vão dar conta. Contando sempre com a ajuda divina e dos pais, claro. Mas a pergunta elementar, 'desatadora dos nós' da cabeça, o foco a ser determinado: Qual a profissão que eu quero seguir? Sempre aconselham: a que te melhor agrada!; Pra mim é a que dê bons salários, não esgote todo meu tempo e me traga satisfação, Mas questões externas como o mercado abrangente e as dificuldades de estudo também influenciam. Tantas opções, que tem seus altos e baixos. Dá medo pensar que é uma decisão fundamental na realização pessoal. Como seria trancar um curso no meio dele, não se adequar ao mercado após concluído o curso, ou não se satisfazer com a profissão no seu decurso?    

sábado, 7 de agosto de 2010

O Dia dos Pais

A figura paterna, o pai, muitas vezes não é associada ao mesmo carinho que reservamos à nossas mães em seu 'dia'_comercial_. O papel do pai na família lembra rigidez, disciplina; Parece que há uma relação maior de hierarquia, pois é geralmente a voz do pai que prevalece na decisão final; na forma de educar, são mais impacientes e repreensivos; o respeito exigido é diferente, é com o peso da função de chefe que ele exerce.
É claro que isso depende da relação filho e pai, filho e mãe, é comum os irmãos terem mais intimidade cada um com um pai(pai e mãe). Mas estigmatizadamente e antes cuturalmente, era o pai que dá/dava o castigo, prende no quarto, não permite ir a balada, diz não quando julga nescessário; Ao contrário da mãe que por razões da natureza feminina tem um trato mais tenro e sabe melhor persuadir a vontade dos filhos.
É pela cultura machista que o pai é menos carinhoso com sua prole, espera-se que ele seja a razão estabilizadora da casa e ela o afeto e bondade para educação dos mesmos. Mas não impede que os pais sejam muitas vezes o contrário dos padrões, está muito comum a mulher sustentar a casa e o marido desenvolver o papel 'dono de casa'. Muitos paradigmas, generalizações, claro: Há pais que demonstram facilmente seu afeto, outros do seu jeito mais inibido, camuflado em lições de moral, puxões-de-orelha, perguntas do tipo: Como estãos as notas?; Já tomou café, filho?; Quer sair pra dar uma caminhada e bater uma bolinha no clube?
Eles ás vezes parecem não se preocupar tanto conosco, tarbalham demais, e vivem estressados, mas na verdade eles se preocupam muito mais em não faltar nada pra gente, manter tudo aquilo que faltou pra eles na sua idade e hoje podemos ter acesso; É por isso que cobram tanto respeito, estudo, dedicão e gratidão, pois sabem que disciplina e responsabilidade é uma questão de aprendizagem e é muito melhor aprender isso da boca deles do que amargamente no decorrer da vida.
PAI! Muito Obrigado por tudo que fazes diariamente pela minha vida, lembra que eu também te amo, mas também tenho dificuldade de dizer isso!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Liberdade e libertinagem

A liberdade é um bem tão precioso que requer uma certa responsabilidade. Só é livre quem merece? Sim. Livre é um conceito muito relativo: Um direito universal e natural, que implica variados julgos sobre a temática (liberdade); Um ser selvagem, livre de domesticações, vê-se sujeito a competição pela sobrevivência; Livre para ir e vir, escolher, opinar, discordar,...Culturalmente é uma conquista: Independência política, social, democracia, da mulher, sexual, de credo, dos jovens, das amarras em geral.
Deus nos concedeu a liberdade entre o mal e o bem e a viver na liberdade selvagem e perigosa da natureza. Fomos expulsos do paraíso pela desobediência de Eva, ensina as parábolas da Bíblia. O mundo é livre e não é ao mesmo tempo, está sujeito à imposição do mais forte, o predador superior, a cultura e sociedade dominante. Felizmente, em nossa época, a escravidão e opressão á liberdade é mais amena comparada a antigamente. Temos um direito passado no papel, constitucional. Mas a influência indireta, psicológica flui naturalmente em nosso meio, como sempre foi e são as culturas; Formata nosso julgo, caráter, deliberações pessoais e principalmente um pensamento em conjunto, comum a várias pessoas; A causa em comum, a união pelo ideal da maioria, ás vezes cega os olhos, desvirtua mentes. E então a tão sonhada liberdade toma partido e se mal aplicada cria muros de ignorância. Muitos imaginam liberdade, à ausência de regras, responsabilidades e emoções seguidas tempestivamente. Ao contrário, ela escapa das mãos dos irresponsáveis, fica sujeita a dominação e influência. Um país livre, cria leis eficientes, pune os corruptores da ordem essencial, é claro que os julgadores também podem ser os que aprisionam injustamente, por isso é o senso de justiça do povo que decide se quer ser livre ou não. Outro exemplo, é a influência que toda pessoa sofre diariamente, para isso resta à ela decidir se quer ser livre de preconceitos, decisões massacrantes da maioria e de convívio grupal. É como aquele que fuma, bebe, se droga, se ilude, porque vê nas drogas uma liberação de sua identidade, camuflada de coragem e deixa de ser realmente autêntico e livre de meras influências das suas companhias. Um princípio de liberdade vira libertinagem.Mentes livres, corpos libertos da dominação psicológica e física. É mais dependente de nosso interior, escolha e consciência, que deve ser firmada em princípios e valores que transcendam a manipulação de qualquer ordem.